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A cerveja belga Leffe lançou um novo modelo da gama Leffe Royale, intitulado
Mapuche. O nome deriva do lúpulo argentino utilizado no fabrico da cerveja.
Com base neste ingrediente especial, o mapuche, a nova cerveja Royale busca o sabor “de frutos silvestres e de frutos vermelhos, bem como de pêssego e alperce”, segundo o mestre cervejeiro da Leffe, Charles Nouwen, autor desta criação.
Este lançamento sucede ao da Leffe Royale Cascade, uma Indian Pale Ale com notas de sabor a limão e toranja, e da Leffe Royale Whitebread Golding, com base em aromas cítricos e florais.
Fontes:Rayon Boissons e Leffe
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Com base neste ingrediente especial, o mapuche, a nova cerveja Royale busca o sabor “de frutos silvestres e de frutos vermelhos, bem como de pêssego e alperce”, segundo o mestre cervejeiro da Leffe, Charles Nouwen, autor desta criação.
Este lançamento sucede ao da Leffe Royale Cascade, uma Indian Pale Ale com notas de sabor a limão e toranja, e da Leffe Royale Whitebread Golding, com base em aromas cítricos e florais.
Fontes:Rayon Boissons e Leffe

O AB Inbev, que integra marcas como Stella Artois, Leffe, Franziskaner, Lowenbrau e Beck’s, anunciou que é o
grupo cervejeiro mais eficiente em poupança de água, numa quantidade
equivalente à água usada na produção de 4 mil milhões de latas de cerveja.
Os valores respeitam a 2013 e 2014, anos em que o grupo redobrou os esforços ambientalistas. “Acreditamos ter um papel importante de abordar os desafios ambientais mundiais mais críticos”, afirma o CEO, Carlos Brito, referindo a relevância de “fazer esforços para a eficiência da água”.
Em 2015, o AB InBev tem apostado na participação dos funcionários na iniciativa Global Walk for Water, de sensibilização para a poupança nas comunidades, e em campanhas como a Buy a Lady a Drink, de promoção da água potável em países em vias de desenvolvimento.
O grupo pretende manter-se à frente dos outros grandes fabricantes de cerveja, não só na eficiência da água e no apoio às comunidades, mas também na redução das emissões de gases de efeito de estufa, um dos Global Environmental Goals para 2017 já atingido pelo AB InBev.
Fontes: AB Inbev e Sustainable Brands
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Os valores respeitam a 2013 e 2014, anos em que o grupo redobrou os esforços ambientalistas. “Acreditamos ter um papel importante de abordar os desafios ambientais mundiais mais críticos”, afirma o CEO, Carlos Brito, referindo a relevância de “fazer esforços para a eficiência da água”.
Em 2015, o AB InBev tem apostado na participação dos funcionários na iniciativa Global Walk for Water, de sensibilização para a poupança nas comunidades, e em campanhas como a Buy a Lady a Drink, de promoção da água potável em países em vias de desenvolvimento.
O grupo pretende manter-se à frente dos outros grandes fabricantes de cerveja, não só na eficiência da água e no apoio às comunidades, mas também na redução das emissões de gases de efeito de estufa, um dos Global Environmental Goals para 2017 já atingido pelo AB InBev.
Fontes: AB Inbev e Sustainable Brands

O grupo AB InBev vai apostar em novos sabores este ano, na Bélgica, com variações das cervejas Leffe, Stella Artois e Hoegaarden, e o lançamento de um novo produto: a Cubanisto.
Chegam ao mercado belga três novas Leffe Royale, usando três variedades de lúpulo (usado no fabrico da cerveja). A Stella Artois terá uma nova cidra e a Hoegaarden lançará duas variantes da Radler, uma cerveja frutada, com menos álcool, criada com sumo de origem natural.
A Cubanisto é a grande novidade de 2015, com o objectivo de concorrer com a célebre cerveja Desperados (com sabor a tequila), oferecendo aroma a rum ao consumidor.
De acordo com Eric Lauwers, director da divisão Benelux-França da multinacional belgo-americano-brasileira, a AB InBev vai investir cem milhões de euros nas quatro fábricas cervejeiras da Bélgica para apostar nestas inovações.
Fontes: La Libre e Gondola
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Chegam ao mercado belga três novas Leffe Royale, usando três variedades de lúpulo (usado no fabrico da cerveja). A Stella Artois terá uma nova cidra e a Hoegaarden lançará duas variantes da Radler, uma cerveja frutada, com menos álcool, criada com sumo de origem natural.
A Cubanisto é a grande novidade de 2015, com o objectivo de concorrer com a célebre cerveja Desperados (com sabor a tequila), oferecendo aroma a rum ao consumidor.
De acordo com Eric Lauwers, director da divisão Benelux-França da multinacional belgo-americano-brasileira, a AB InBev vai investir cem milhões de euros nas quatro fábricas cervejeiras da Bélgica para apostar nestas inovações.
Fontes: La Libre e Gondola

Uma investigação da Universidade de Lanzhou, na China, revelou que beber cerveja pode proteger o cérebro de doenças neurodegenerativas, como Parkinson ou Alzheimer. Deve-se ao xanthohumol (Xn), componente da cerveja, que tem propriedades antioxidantes.
De acordo com os investigadores, o aparecimento de doenças neuronais está relacionado com a oxidação das células do cérebro. Segundo Jianguo Fang, um dos autores do estudo, o consumo regular de cerveja pode ser benéfico devido à presença de Xn em grandes quantidades.
O elemento integra o lúpulo, usado no fabrico da cerveja, e protege o cérebro do stress oxidativo, impedindo o desenvolvimento destas doenças e ajudando, ainda, a prevenir doenças cardiovasculares, oncológicas, vírus e inflamações.
Apesar da investigação sobre os benefícios da ingestão moderada de álcool se concentrar maioritariamente no vinho, a ideia de que a cerveja não é prejudicial e de que a sua ingestão pode até ser positiva para a saúde é já bastante consistente.
Fonte: The Telegraph
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De acordo com os investigadores, o aparecimento de doenças neuronais está relacionado com a oxidação das células do cérebro. Segundo Jianguo Fang, um dos autores do estudo, o consumo regular de cerveja pode ser benéfico devido à presença de Xn em grandes quantidades.
O elemento integra o lúpulo, usado no fabrico da cerveja, e protege o cérebro do stress oxidativo, impedindo o desenvolvimento destas doenças e ajudando, ainda, a prevenir doenças cardiovasculares, oncológicas, vírus e inflamações.
Apesar da investigação sobre os benefícios da ingestão moderada de álcool se concentrar maioritariamente no vinho, a ideia de que a cerveja não é prejudicial e de que a sua ingestão pode até ser positiva para a saúde é já bastante consistente.
Fonte: The Telegraph


