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Um estudo comissionado pela Anheuser-Busch InBev UK & Ireland, detentora de marcas como Stella Artois, Leffe, Hoegaarden, Löwenbräu, Beck’s e Brahma, mostrou que os chamados ‘millennials’ – entre os 18 e os 34 anos – tendem a aceitar melhor a cerveja sem álcool.
O período do Natal deu o mote para este estudo sobre as preferências para o novo ano, revelando que os britânicos consideram a cerveja sem álcool uma bebida socialmente mais aceite do que há cinco anos. A probabilidade de os ‘millennials’ consumirem cerveja não alcoólica em 2015 é oito vezes maior do que na geração de 65 ou mais anos.
Nick Robinson, director de marketing da marca, afirmou que “oferecer escolha aos consumidores é uma parte importante do nosso compromisso com o consumo responsável e estamos orgulhosos por produzir a Beck’s Blue, a líder de mercado de cerveja sem álcool”. Em Agosto, outro estudo confirmara já a tendência de consumo desta cerveja.
A AB InBev mostra-se entusiasmada com os resultados deste estudo realizado no Reino Unido e diz-se atenta às preferências de consumo dos jovens, procurando alternativas ao consumo de álcool e à oferta existente no mercado.
Fontes: The Drum e The Talking Retail
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O período do Natal deu o mote para este estudo sobre as preferências para o novo ano, revelando que os britânicos consideram a cerveja sem álcool uma bebida socialmente mais aceite do que há cinco anos. A probabilidade de os ‘millennials’ consumirem cerveja não alcoólica em 2015 é oito vezes maior do que na geração de 65 ou mais anos.
Nick Robinson, director de marketing da marca, afirmou que “oferecer escolha aos consumidores é uma parte importante do nosso compromisso com o consumo responsável e estamos orgulhosos por produzir a Beck’s Blue, a líder de mercado de cerveja sem álcool”. Em Agosto, outro estudo confirmara já a tendência de consumo desta cerveja.
A AB InBev mostra-se entusiasmada com os resultados deste estudo realizado no Reino Unido e diz-se atenta às preferências de consumo dos jovens, procurando alternativas ao consumo de álcool e à oferta existente no mercado.
Fontes: The Drum e The Talking Retail


