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O grupo AB InBev, que engloba marcas como Stella Artois, Leffe, Hoegaarden, Löwenbräu e Beck’s, lançou uma campanha digital que promove conteúdos sobre cerveja. Let’s Grab a Beer?
É o paraíso de qualquer amante de cerveja, que pode encontrar no website notícias, estatísticas, factos e imagens sobre a bebida. Chama-se Let’s Grab a Beer e, através de conteúdos directos e facilmente partilháveis na Internet, procura dar a conhecer melhor a cerveja aos consumidores.
“A nossa intenção é apenas ter um recurso que é relevante, divertido e celebra a cerveja”, declara à Ad Age Julia Mize, Vice-Presidente da empresa para ‘Beer Category + Community’. A quase ausência da marca nos materiais originais e agregados do website mostra este objectivo de se dirigir a todos os públicos, independentemente do rótulo.
Já em 2006 o Anheuser-Busch lançou a campanha “Here’s to Beer”, nos meios televisivo e digital, para promover a cerveja junto dos consumidores de bebidas alcoólicas. Esta nova abordagem reforça a intenção de apresentar o valor da indústria face ao vinho e às bebidas espirituosas.
Fontes: Ad Age e St. Louis Business Journal
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Anheuser-Busch
É o paraíso de qualquer amante de cerveja, que pode encontrar no website notícias, estatísticas, factos e imagens sobre a bebida. Chama-se Let’s Grab a Beer e, através de conteúdos directos e facilmente partilháveis na Internet, procura dar a conhecer melhor a cerveja aos consumidores.
“A nossa intenção é apenas ter um recurso que é relevante, divertido e celebra a cerveja”, declara à Ad Age Julia Mize, Vice-Presidente da empresa para ‘Beer Category + Community’. A quase ausência da marca nos materiais originais e agregados do website mostra este objectivo de se dirigir a todos os públicos, independentemente do rótulo.
Já em 2006 o Anheuser-Busch lançou a campanha “Here’s to Beer”, nos meios televisivo e digital, para promover a cerveja junto dos consumidores de bebidas alcoólicas. Esta nova abordagem reforça a intenção de apresentar o valor da indústria face ao vinho e às bebidas espirituosas.
Fontes: Ad Age e St. Louis Business Journal

Os maiores produtores europeus de
cerveja querem passar a apresentar a contagem de calorias nas suas bebidas
alcoólicas, de modo a fornecerem aos consumidores mais informações sobre os
produtos.
A proposta foi adiantada pela Brewers of Europe, organização que engloba 29 associações nacionais na Europa. O Anheuser-Busch InBev, grupo detentor de marcas como Beck’s, Stella Artois, Leffe, Franziskaner e Hoegaarden, é um dos principais apoiantes da ideia.
“Queremos que os consumidores europeus compreendam os ingredientes da cerveja e como essas cervejas podem integrar um estilo de vida equilibrado”, afirmou o Diretor da Brewers of Europe, Pierre-Olivier Bergeron, realçando a possibilidade de comparação da informação nutricional do produto com outras bebidas, alcoólicas ou não.
A maior preocupação dos consumidores com a saúde, nos mercados desenvolvidos, é um dos motivos para esta aposta por parte da indústria cervejeira, numa óptica de mostrar que a cerveja é produzida com ingredientes naturais e pode até ter benefícios para a saúde. Depois da Europa, estes fabricantes de cerveja podem procurar fazer o mesmo nos Estados Unidos.
Fontes: Wall Street Journal e Medical Xpress
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A proposta foi adiantada pela Brewers of Europe, organização que engloba 29 associações nacionais na Europa. O Anheuser-Busch InBev, grupo detentor de marcas como Beck’s, Stella Artois, Leffe, Franziskaner e Hoegaarden, é um dos principais apoiantes da ideia.
“Queremos que os consumidores europeus compreendam os ingredientes da cerveja e como essas cervejas podem integrar um estilo de vida equilibrado”, afirmou o Diretor da Brewers of Europe, Pierre-Olivier Bergeron, realçando a possibilidade de comparação da informação nutricional do produto com outras bebidas, alcoólicas ou não.
A maior preocupação dos consumidores com a saúde, nos mercados desenvolvidos, é um dos motivos para esta aposta por parte da indústria cervejeira, numa óptica de mostrar que a cerveja é produzida com ingredientes naturais e pode até ter benefícios para a saúde. Depois da Europa, estes fabricantes de cerveja podem procurar fazer o mesmo nos Estados Unidos.
Fontes: Wall Street Journal e Medical Xpress

Uma investigação da Universidade de Lanzhou, na China, revelou que beber cerveja pode proteger o cérebro de doenças neurodegenerativas, como Parkinson ou Alzheimer. Deve-se ao xanthohumol (Xn), componente da cerveja, que tem propriedades antioxidantes.
De acordo com os investigadores, o aparecimento de doenças neuronais está relacionado com a oxidação das células do cérebro. Segundo Jianguo Fang, um dos autores do estudo, o consumo regular de cerveja pode ser benéfico devido à presença de Xn em grandes quantidades.
O elemento integra o lúpulo, usado no fabrico da cerveja, e protege o cérebro do stress oxidativo, impedindo o desenvolvimento destas doenças e ajudando, ainda, a prevenir doenças cardiovasculares, oncológicas, vírus e inflamações.
Apesar da investigação sobre os benefícios da ingestão moderada de álcool se concentrar maioritariamente no vinho, a ideia de que a cerveja não é prejudicial e de que a sua ingestão pode até ser positiva para a saúde é já bastante consistente.
Fonte: The Telegraph
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De acordo com os investigadores, o aparecimento de doenças neuronais está relacionado com a oxidação das células do cérebro. Segundo Jianguo Fang, um dos autores do estudo, o consumo regular de cerveja pode ser benéfico devido à presença de Xn em grandes quantidades.
O elemento integra o lúpulo, usado no fabrico da cerveja, e protege o cérebro do stress oxidativo, impedindo o desenvolvimento destas doenças e ajudando, ainda, a prevenir doenças cardiovasculares, oncológicas, vírus e inflamações.
Apesar da investigação sobre os benefícios da ingestão moderada de álcool se concentrar maioritariamente no vinho, a ideia de que a cerveja não é prejudicial e de que a sua ingestão pode até ser positiva para a saúde é já bastante consistente.
Fonte: The Telegraph

Um estudo comissionado pela Anheuser-Busch InBev UK & Ireland, detentora de marcas como Stella Artois, Leffe, Hoegaarden, Löwenbräu, Beck’s e Brahma, mostrou que os chamados ‘millennials’ – entre os 18 e os 34 anos – tendem a aceitar melhor a cerveja sem álcool.
O período do Natal deu o mote para este estudo sobre as preferências para o novo ano, revelando que os britânicos consideram a cerveja sem álcool uma bebida socialmente mais aceite do que há cinco anos. A probabilidade de os ‘millennials’ consumirem cerveja não alcoólica em 2015 é oito vezes maior do que na geração de 65 ou mais anos.
Nick Robinson, director de marketing da marca, afirmou que “oferecer escolha aos consumidores é uma parte importante do nosso compromisso com o consumo responsável e estamos orgulhosos por produzir a Beck’s Blue, a líder de mercado de cerveja sem álcool”. Em Agosto, outro estudo confirmara já a tendência de consumo desta cerveja.
A AB InBev mostra-se entusiasmada com os resultados deste estudo realizado no Reino Unido e diz-se atenta às preferências de consumo dos jovens, procurando alternativas ao consumo de álcool e à oferta existente no mercado.
Fontes: The Drum e The Talking Retail
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O período do Natal deu o mote para este estudo sobre as preferências para o novo ano, revelando que os britânicos consideram a cerveja sem álcool uma bebida socialmente mais aceite do que há cinco anos. A probabilidade de os ‘millennials’ consumirem cerveja não alcoólica em 2015 é oito vezes maior do que na geração de 65 ou mais anos.
Nick Robinson, director de marketing da marca, afirmou que “oferecer escolha aos consumidores é uma parte importante do nosso compromisso com o consumo responsável e estamos orgulhosos por produzir a Beck’s Blue, a líder de mercado de cerveja sem álcool”. Em Agosto, outro estudo confirmara já a tendência de consumo desta cerveja.
A AB InBev mostra-se entusiasmada com os resultados deste estudo realizado no Reino Unido e diz-se atenta às preferências de consumo dos jovens, procurando alternativas ao consumo de álcool e à oferta existente no mercado.
Fontes: The Drum e The Talking Retail

Pela primeira vez em oito anos, os alemães consumiram mais cerveja. Em 2014, os números apontam para cerca de 107 litros por pessoa.
O aumento é justificado pelo tempo mais ameno, registado ao longo do ano, e pela vitória da selecção alemã de futebol, no Campeonato do Mundo do Brasil. O incremento no volume de vendas total é ainda atribuído ao crescimento das exportações de cerveja alemã para os EUA e para a China, onde o produto se está a tornar mais popular. A cerveja mais célebre - Pilsner - está disponível em marcas como Beck's ou Stella Artois.
"Estamos a viver um renascimento da cerveja e do seu fabrico", referiu o presidente da Associação Alemã de Fabricantes de Cerveja, Hans-Georg Eils, que espera ver novos tipos de cerveja emergir, em 2015.
O último aumento nas vendas de cerveja alemã tinha sido registado em 2006, quando a Alemanha foi a anfitriã do Campeonato do Mundo de Futebol. Apesar do decréscimo nas vendas até 2014, a Alemanha manteve-se, na Europa, como um dos países que mais cerveja consome per capita.
Fontes: Sky News | The Local Germany
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O aumento é justificado pelo tempo mais ameno, registado ao longo do ano, e pela vitória da selecção alemã de futebol, no Campeonato do Mundo do Brasil. O incremento no volume de vendas total é ainda atribuído ao crescimento das exportações de cerveja alemã para os EUA e para a China, onde o produto se está a tornar mais popular. A cerveja mais célebre - Pilsner - está disponível em marcas como Beck's ou Stella Artois.
"Estamos a viver um renascimento da cerveja e do seu fabrico", referiu o presidente da Associação Alemã de Fabricantes de Cerveja, Hans-Georg Eils, que espera ver novos tipos de cerveja emergir, em 2015.
O último aumento nas vendas de cerveja alemã tinha sido registado em 2006, quando a Alemanha foi a anfitriã do Campeonato do Mundo de Futebol. Apesar do decréscimo nas vendas até 2014, a Alemanha manteve-se, na Europa, como um dos países que mais cerveja consome per capita.
Fontes: Sky News | The Local Germany


